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Do Império à democracia: a história política do Brasil

Quem governou o país, como o poder mudou de mãos e de que maneira os brasileiros conquistaram o direito de participar das decisões.

Do Império à democracia: a história política do Brasil
Do Império à democracia: a história política do Brasil | Rádio Domm
RÁDIO DOMMPOLÍTICA · ESPECIAL EXPLICATIVO
Brasil • História & cidadania

Do Império à democracia:
a história política do Brasil

Quem governou o país, como o poder mudou de mãos e de que maneira os brasileiros conquistaram o direito de participar das decisões.

Dom Pedro I
Dom Pedro I
Dom Pedro II
Dom Pedro II
Getúlio Vargas
Getúlio Vargas
Juscelino Kubitschek
Juscelino Kubitschek
Dilma Rousseff
Dilma Rousseff
Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva
1822Independência e Império
1889Início da República
1988Constituição Cidadã
01Para começar

Quem governa? Quem pode participar?

O Brasil de hoje é uma república, mas nem sempre foi assim. Depois da Independência, o país teve imperadores. Mais tarde, passou a ter presidentes, atravessou ditaduras e construiu uma democracia com participação muito mais ampla do que no passado.

Essa história não é apenas uma sequência de governantes. É também a história de quem podia votar, de quem ficava de fora e das lutas para conquistar liberdade e direitos. Pessoas escravizadas, povos indígenas, mulheres, trabalhadores e movimentos sociais participaram dessa trajetória, mesmo quando não tinham espaço nas instituições.

Três ideias para acompanhar a leitura
Monarquia
A chefia do Estado pertence a um monarca. No Brasil imperial, o trono era hereditário.
República
A chefia do Estado não é hereditária. Mas uma república pode ter governos democráticos ou autoritários.
Democracia
Envolve eleições livres, direitos, fiscalização do poder e espaço para oposição e participação da sociedade.
Fontes deste capítulo: [2][15][22]
02Antes de 1822

Da colônia à sede da monarquia portuguesa

Antes da chegada dos portugueses, em 1500, o território já era habitado por muitos povos indígenas, com formas próprias de organização. Durante a colonização, o poder ficou subordinado à Coroa portuguesa, embora existissem instituições locais, como as câmaras municipais, controladas por grupos privilegiados.

Em 1808, a família real portuguesa chegou ao Rio de Janeiro, fugindo das tropas de Napoleão na Europa. A cidade passou a sediar a monarquia. Dona Maria I era a rainha, mas seu filho, Dom João, já governava como príncipe regente.

Em 1815, o Brasil foi elevado a reino, integrante do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Com a morte de Maria I, em 1816, Dom João tornou-se rei. Ele voltou a Portugal em 1821 e deixou seu filho Pedro como regente no Brasil.

Maria I e João VI aparecem como antecedentes: eram monarcas portugueses. Os imperadores do Brasil independente foram Pedro I e Pedro II.

Fontes deste capítulo: [1]
031822–1831

Dom Pedro I: independência e poder concentrado

A Independência, proclamada em 7 de setembro de 1822, rompeu a ligação política com Portugal. O novo país adotou a monarquia, e Dom Pedro I tornou-se imperador. A separação envolveu também conflitos em diferentes províncias; não aconteceu da mesma maneira em todo o território.

Em 1823, o imperador dissolveu a Assembleia encarregada de escrever a Constituição. No ano seguinte, impôs a primeira Constituição brasileira. Ela estabeleceu quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador.

O Poder Moderador era exclusivo do imperador. Entre outras atribuições, permitia dissolver a Câmara dos Deputados e nomear senadores a partir de listas de candidatos. O Senado tinha mandatos vitalícios.

Havia eleições, mas o voto não era universal: dependia de critérios como renda, sexo e condição jurídica. Mulheres e pessoas escravizadas ficavam excluídas. A Independência manteve a escravidão e profundas desigualdades.

Leopoldina, imperatriz consorte, teve participação política importante e exerceu a regência em 1822. Ela não foi uma monarca reinante do Brasil. Em 1831, desgastado por conflitos, Dom Pedro I abdicou, isto é, abriu mão do trono.

Fontes deste capítulo: [2]
041831–1889

Regências, Dom Pedro II e o fim da escravidão

Quando Pedro I abdicou, seu filho tinha apenas cinco anos. Por isso, regentes governaram o país de 1831 a 1840. Houve regências com três integrantes e, depois, regentes únicos, como Diogo Antônio Feijó e Pedro de Araújo Lima.

O período foi marcado por disputas sobre o poder das províncias e revoltas, entre elas a Cabanagem, a Balaiada, a Sabinada e a Farroupilha. As causas variavam, mas incluíam desigualdade, insatisfação política e conflitos regionais.

Em 1840, a maioridade de Dom Pedro II foi antecipada, e ele assumiu o governo aos 14 anos. Seu reinado durou até 1889. Liberais e conservadores disputavam espaço, enquanto o imperador conservava instrumentos para interferir no governo. A partir de 1847, houve um sistema de gabinetes com presidente do Conselho de Ministros, subordinado à estrutura da monarquia.

A economia do café se expandiu, e o país participou da Guerra do Paraguai. Ao mesmo tempo, cresceu a luta contra a escravidão. Fugas, quilombos, ações judiciais, campanhas e organizações abolicionistas ajudaram a desgastar o sistema escravista.

Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel, que exercia a regência, sancionou a Lei Áurea. A lei aboliu a escravidão, mas não veio acompanhada de um programa amplo de acesso à terra, educação e integração econômica para a população libertada.

Uma distinção importante

Isabel governou como regente durante ausências de seu pai. Ela não chegou a assumir o trono como imperatriz reinante. A monarquia terminou no ano seguinte, após perder apoio em diferentes setores.

Fontes deste capítulo: [3][4]
051889–1930

A Primeira República: presidentes, mas pouca participação

Em 15 de novembro de 1889, um movimento militar liderado por Deodoro da Fonseca derrubou a monarquia. Não houve consulta popular para decidir a mudança. Pedro II foi deposto, e a família imperial deixou o país.

A Constituição de 1891 organizou uma república federativa: as antigas províncias passaram a ser estados, com maior autonomia. O presidente assumiu a chefia do Executivo, e o Estado deixou de ter uma religião oficial. Deodoro e Floriano Peixoto foram os primeiros presidentes, ambos militares. Prudente de Morais foi o primeiro civil, eleito em 1894.

A participação continuava limitada. Mulheres não votavam, e a exclusão das pessoas analfabetas, estabelecida ainda no Império pela Lei Saraiva de 1881, foi mantida. Não havia uma Justiça Eleitoral como a atual.

Chefes políticos locais, conhecidos como coronéis, exerciam forte influência. A pressão sobre eleitores, o controle do alistamento e as fraudes ajudavam a sustentar grupos dominantes. O chamado voto de cabresto era a imposição de uma escolha eleitoral por um chefe político.

São Paulo e Minas Gerais tinham grande peso, mas a expressão “política do café com leite” simplifica uma disputa que também envolvia outros estados e alianças. O período teve conflitos como Canudos e Contestado, revoltas urbanas, movimentos militares e greves operárias.

Rodrigues Alves foi eleito novamente em 1918, mas adoeceu e não tomou posse. Delfim Moreira assumiu, e uma nova eleição levou Epitácio Pessoa ao governo. Em 1930, a crise política e econômica culminou na deposição de Washington Luís.

Fontes deste capítulo: [5][6][24]
061930–1945

Vargas: mudanças eleitorais, industrialização e ditadura

Júlio Prestes venceu a eleição de 1930, mas não tomou posse. Washington Luís foi derrubado, uma junta militar governou por poucos dias e entregou o poder a Getúlio Vargas.

Vargas iniciou um governo provisório e concentrou decisões no Executivo. Em 1932, o novo Código Eleitoral criou a Justiça Eleitoral, instituiu o voto secreto e reconheceu o voto feminino em âmbito nacional. Isso resultou também de mobilizações anteriores de mulheres pelo direito de participar da política.

Após a Revolução Constitucionalista de 1932, uma Assembleia elaborou a Constituição de 1934 e elegeu Vargas indiretamente. Mas a experiência constitucional foi curta.

Em 1937, Vargas deu um golpe e implantou o Estado Novo. O Congresso foi fechado, os partidos foram proibidos, a imprensa sofreu censura e opositores foram presos e perseguidos.

O governo estimulou a industrialização e reuniu normas trabalhistas na CLT, em 1943. Esses direitos tiveram limites: trabalhadores rurais e domésticos, por exemplo, não receberam a mesma proteção. Avanços econômicos e trabalhistas conviveram com autoritarismo e controle dos sindicatos.

Em 1945, Vargas foi deposto pelos militares. José Linhares, então presidente do Supremo Tribunal Federal, assumiu temporariamente até a posse de um presidente eleito.

A junta de 1930 e os eleitos que não tomaram posse estão identificados separadamente na galeria. Seus integrantes não devem ser confundidos com presidentes eleitos e empossados.

Fontes deste capítulo: [7][8][9][17]
071946–1964

Eleições, desenvolvimento e uma democracia ainda limitada

Eurico Gaspar Dutra venceu a eleição de 1945 e tomou posse em 1946. A nova Constituição restabeleceu garantias democráticas. A liberdade política, porém, teve limites: o Partido Comunista teve o registro cancelado em 1947, e as pessoas analfabetas continuaram sem votar.

Vargas voltou à Presidência pelo voto e governou de 1951 a 1954. Sob forte crise política, morreu por suicídio em agosto de 1954. Seu vice, Café Filho, assumiu.

Em 1955, a doença de Café Filho abriu uma crise sucessória. Carlos Luz e, depois, Nereu Ramos ocuparam a Presidência. O movimento militar liderado pelo general Henrique Teixeira Lott buscou garantir a posse dos eleitos Juscelino Kubitschek e João Goulart.

JK governou de 1956 a 1961, incentivou a indústria e inaugurou Brasília em 1960. Seu governo também enfrentou inflação e aumento do endividamento.

Jânio Quadros assumiu em 1961 e renunciou meses depois. Seu vice, João Goulart, enfrentou resistência de setores militares para tomar posse. A solução negociada foi adotar o parlamentarismo: o presidente permaneceu como chefe de Estado, mas dividiu o Executivo com um governo chefiado por primeiro-ministro.

Em 1963, uma consulta popular levou ao retorno do presidencialismo. Goulart defendia reformas de base, incluindo mudanças agrárias e tributárias, em um cenário de inflação, mobilização social e forte polarização.

Fontes deste capítulo: [10][11][12][17]
081964–1985

O golpe de 1964 e os 21 anos de ditadura militar

Em 1964, um golpe militar, apoiado por setores civis, derrubou João Goulart. Ranieri Mazzilli ocupou formalmente a Presidência por um breve período, enquanto o comando efetivo da ruptura estava com os militares. Ele também havia sido interino na crise de 1961.

O regime passou a escolher presidentes por mecanismos indiretos sob seu controle. A população deixou de votar diretamente para presidente. O Congresso continuou existindo em parte do período, mas sofreu intervenções, cassações e fechamentos.

A Constituição de 1967 incorporou regras do regime. Em 1969, uma emenda alterou profundamente esse texto, reforçando o poder do Executivo.

Em 1968, durante o governo Costa e Silva, o AI-5 ampliou o poder repressivo. O regime censurou jornais, músicas, filmes e peças; cassou direitos políticos e perseguiu opositores. Órgãos de Estado praticaram tortura, assassinatos e desaparecimentos forçados.

Quando Costa e Silva adoeceu, em 1969, uma junta militar assumiu e impediu a posse do vice civil, Pedro Aleixo. Depois, Emílio Garrastazu Médici chegou à Presidência.

O chamado “milagre econômico” apresentou crescimento elevado, acompanhado de concentração de renda, repressão e perda de poder de compra de trabalhadores. Mais tarde, dívida externa, inflação e crises econômicas agravaram o desgaste do regime.

Nos governos Geisel e Figueiredo, a abertura avançou de maneira controlada e com resistência dentro do próprio regime. Movimentos estudantis, trabalhadores, familiares de perseguidos, jornalistas, artistas e outras organizações pressionaram por liberdade. A Lei da Anistia veio em 1979, e as eleições diretas para governador voltaram em 1982.

Fontes deste capítulo: [13][14][24]
091985–1989

A volta dos civis e a Constituição Cidadã

Em 1983 e 1984, as Diretas Já mobilizaram multidões pela eleição direta para presidente. A proposta não foi aprovada no Congresso, e a sucessão de 1985 ainda ocorreu por eleição indireta.

Tancredo Neves foi eleito pelo Colégio Eleitoral, mas adoeceu antes da posse e morreu em abril de 1985. Seu vice, José Sarney, assumiu o governo em março. Tancredo não chegou a exercer a Presidência.

Em 1985, pessoas analfabetas recuperaram o direito de votar. Em 5 de outubro de 1988, foi promulgada a Constituição Cidadã, elaborada por uma Assembleia Nacional Constituinte com intensa participação social.

O texto ampliou direitos, estabeleceu bases para o SUS, reconheceu direitos dos povos indígenas e reforçou garantias como liberdade de expressão, organização e participação política. Também assegurou o voto facultativo aos jovens de 16 e 17 anos.

Em 1989, os brasileiros voltaram a eleger diretamente o presidente, pela primeira vez desde 1960. Fernando Collor venceu a disputa.

Fontes deste capítulo: [15][16][24]
10De 1985 até hoje

A Nova República: todos os governos do período

A expressão Nova República designa o período iniciado com o fim da ditadura, em 1985. Desde então, o país passou por diferentes projetos de governo, crises econômicas, mobilizações sociais e processos de impeachment. A Constituição de 1988 continua sendo sua base institucional.

José Sarney (1985–1990). Conduziu a transição para o governo civil e presidiu o país durante a Constituinte. Seus planos econômicos não resolveram a inflação elevada.

Fernando Collor (1990–1992). Primeiro presidente eleito diretamente após a ditadura, adotou abertura comercial e o bloqueio de valores em contas e aplicações. Afastado durante um processo de impeachment, renunciou antes da conclusão do julgamento, que prosseguiu no Senado.

Itamar Franco (1992–1994). Assumiu após o afastamento de Collor. Seu governo lançou o Plano Real, em 1994, com uma equipe econômica liderada pelo então ministro Fernando Henrique Cardoso.

Fernando Henrique Cardoso (1995–2002). Governou dois mandatos, consolidou o Real e promoveu privatizações. A reeleição para cargos do Executivo foi autorizada em 1997.

Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010). Ex-metalúrgico e líder sindical, governou dois mandatos. O período reuniu expansão de programas sociais, aumento do consumo, crescimento econômico e crises políticas, como o mensalão.

Dilma Rousseff (2011–2016). Primeira mulher eleita presidente do Brasil, foi reeleita em 2014. Seu segundo mandato teve recessão e crise política. Em 2016, o Senado aprovou seu impeachment por crimes de responsabilidade relacionados a atos fiscais. Dilma contestou as acusações e a legitimidade do processo.

Michel Temer (2016–2018). Vice de Dilma, assumiu com seu afastamento. Seu governo aprovou o teto de gastos e a reforma trabalhista, em um período de disputas políticas e denúncias contra integrantes do governo.

Jair Bolsonaro (2019–2022). Seu mandato foi marcado pela pandemia de covid-19, por conflitos com instituições e por forte polarização. Em 2022, foi derrotado na disputa pela reeleição.

Lula, novamente (desde 2023). Eleito em 2022, voltou para um terceiro mandato. Em 8 de janeiro de 2023, as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em ataques antidemocráticos. O episódio expôs desafios à proteção das instituições. Este panorama considera a situação até 21 de outubro de 2026 e não antecipa o resultado da eleição de 2026.

Em 1993, os brasileiros foram consultados sobre a forma e o sistema de governo. A república e o presidencialismo venceram. Isso significa que a escolha pelo modelo atual também passou por uma consulta popular.

Fontes deste capítulo: [17][18][19][20][21][23]
11Uma conquista construída em etapas

Quem podia votar — e quem passou a poder

1824O sistema imperial vinculava a participação eleitoral à renda e a outras condições. Mulheres e pessoas escravizadas eram excluídas.

1881A Lei Saraiva introduziu eleições diretas para o Legislativo e excluiu pessoas analfabetas.

1932O Código Eleitoral reconheceu o voto feminino em âmbito nacional, instituiu o voto secreto e criou a Justiça Eleitoral.

1964–1985Durante a ditadura, a população não elegia diretamente o presidente. Outras eleições continuaram, com restrições e mudanças impostas pelo regime.

1985Pessoas analfabetas recuperaram o direito ao voto, em caráter facultativo.

1988A Constituição garantiu voto facultativo aos jovens de 16 e 17 anos e ampliou direitos democráticos.

1989Voltou a eleição direta para presidente da República.

Hoje, o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas de 18 a 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos e pessoas analfabetas. Para votar, é necessário estar regularmente inscrito na Justiça Eleitoral.

Fontes deste capítulo: [6][8][16][22]
12Como funciona o Brasil atual

O presidente não governa sozinho

O Brasil é uma república federativa presidencialista. Isso reúne três características: não há trono hereditário; União, estados, Distrito Federal e municípios têm atribuições próprias; e o presidente exerce a chefia do Estado e do governo federal.

Executivo

Administra e executa políticas públicas. Inclui presidente, governadores e prefeitos, cada um em sua esfera.

Legislativo

Discute e aprova leis e fiscaliza o Executivo. No plano federal, é o Congresso: Câmara dos Deputados e Senado.

Judiciário

Julga conflitos e aplica a Constituição e as leis. Seus integrantes não são escolhidos por eleição popular direta.

Uma eleição não entrega poder ilimitado a quem vence. Governantes devem respeitar a Constituição, os direitos fundamentais e os mecanismos de fiscalização.

Conhecer a história ajuda a avaliar promessas, entender crises e cobrar responsabilidades. A participação política continua entre uma eleição e outra: ao acompanhar decisões, buscar informação confiável e fiscalizar o uso do dinheiro público.

A história do Brasil também é a história de quem lutou para participar dela.

Entender o passado é um passo para exercer a cidadania no presente.

Fontes deste capítulo: [22]
+Documentação

Fontes e créditos

Esta é uma síntese explicativa dos principais períodos políticos, e não um inventário de todos os acontecimentos da história brasileira.

Referências para continuar a leitura
  1. Arquivo Nacional — Período Joanino
  2. Senado — Primeiro Reinado
  3. Senado — Regências e Segundo Reinado
  4. Senado — A Lei Áurea e a abolição
  5. Câmara — A Primeira República
  6. Arquivo Nacional — Legislação eleitoral, 1821–1932
  7. FGV CPDOC — Getúlio Vargas
  8. TSE — História da Justiça Eleitoral
  9. Senado — O fechamento do Congresso no Estado Novo
  10. Senado — A democracia entre 1946 e 1964
  11. Senado — A crise sucessória de 1955
  12. Senado — Parlamentarismo no Brasil
  13. Arquivo Nacional — Memórias Reveladas
  14. Senado — O Legislativo durante a ditadura
  15. Câmara — A Constituição Cidadã
  16. TSE — O voto das pessoas analfabetas
  17. Presidência — Galeria dos ex-presidentes
  18. Presidência — Governo Itamar e Plano Real
  19. Câmara — Julgamento do impeachment de Dilma
  20. TSE — Consulta popular de 1993
  21. STJ — Ataques de 8 de janeiro de 2023
  22. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
  23. Planalto — Agenda da Presidência da República
  24. Senado — Biografias e cronologia dos presidentes
Créditos dos 50 retratos históricos

Fotografias e pinturas de acervos históricos, obtidas por meio do Wikimedia Commons. Não foram usados retratos gerados por inteligência artificial nesta matéria. A autoria, o acervo e a licença de cada reprodução constam abaixo e nos registros originais.

  1. Maria I — Attributed to Giuseppe Troni. Google Cultural Institute. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  2. Dom João VI — Henri-François Riesener. Own work. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  3. Dom Pedro I — Simplício Rodrigues de Sá. Museu Imperial de Petrópolis. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  4. Dom Pedro II — Mathew Benjamin Brady / Levin Corbin Handy. This image is available from the United States Library of Congress's Prints and Photographs division under the digital ID cwpbh.04006.This tag does not indicate the copyright status of the attached work. A normal copyright tag is still required. See Commons:Licensing.. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  5. Dona Leopoldina — Joseph Kreutzinger. Sousa, Octávio Tarquínio de. A Vida de D. Pedro I. Volume II. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  6. Princesa Isabel — Joaquim Insley Pacheco. Argon, Maria de Fátima Moraes (org.). Text of Pedro Karp Vasquez. Família Imperial - Álbum de retratos. Petrópolis: Museu Imperial, 2002 (plus CD-ROM). Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  7. Deodoro da Fonseca — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  8. Floriano Peixoto — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  9. Prudente de Morais — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  10. Campos Sales — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  11. Rodrigues Alves — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  12. Afonso Pena — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  13. Nilo Peçanha — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  14. Hermes da Fonseca — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  15. Venceslau Brás — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  16. Delfim Moreira — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  17. Epitácio Pessoa — Governo do Brasil/Musso. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  18. Artur Bernardes — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  19. Washington Luís — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  20. Júlio Prestes — Photo Schmitd, S.P., arquivo de Arlindo Leite. http://www.mariadoresguardo.com.br/2017/10/drjulio-prestes-candidato-presidencia.html. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  21. Augusto Tasso Fragoso — Unknown authorUnknown author. [1]. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  22. João de Deus Mena Barreto — UnknownUnknown. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  23. Isaías de Noronha — UnknownUnknown. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  24. Getúlio Vargas — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  25. José Linhares — Tribunal Superior Eleitoral. http://www.tre-ap.jus.br/imagens/fotos/ministro-jose-linhares-1369166185198. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  26. Eurico Gaspar Dutra — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  27. Café Filho — Presidência da República. Official photo from Brazilian Government, current under public domain: [1]. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  28. Carlos Luz — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  29. Nereu Ramos — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  30. Juscelino Kubitschek — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  31. Jânio Quadros — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  32. João Goulart — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  33. Ranieri Mazzilli — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  34. Castelo Branco — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  35. Costa e Silva — Governo do Brasil. Galeria de Presidentes. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  36. Aurélio de Lira Tavares — Unknown authorUnknown author. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  37. Augusto Rademaker — UnknownUnknown. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  38. Márcio de Sousa e Melo — UnknownUnknown. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  39. Emílio Garrastazu Médici — Unknown authorUnknown author. File:Emílio Garrastazu Médici, presidente da República. (cropped).tif. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  40. Ernesto Geisel — Federal Government of Brazil. Foto oficial do presidente Ernesto Geisel.png. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  41. João Figueiredo — Governo do Brasil Original image uploader Sfs90. Unknown sourceUnknown source. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  42. Tancredo Neves — Biblioteca da Presidência do Brasil. Biblioteca da Presidência do Brasil. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  43. José Sarney — Unknown authorUnknown author. http://www.ebc.com.br/noticias/politica/2015/01/sarney-deixa-politica-apos-60-anos-confira-momentos-da-carreira-do-ex. Licença/condição: CC BY 3.0 br. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  44. Fernando Collor — Ubirajara Dettimar/Presidência da República. Foto oficial do presidente Fernando Collor de Melo.. Licença/condição: CC BY-SA 2.0. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  45. Itamar Franco — Getúlio Gurgel. Arquivo Nacional. Licença/condição: Public domain. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  46. Fernando Henrique Cardoso — Agência Brasil. Official photo from Brazilian Government, second term of FHC, current under public domain: [1]. Licença/condição: CC BY 3.0 br. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  47. Luiz Inácio Lula da Silva — Ricardo Stuckert/PR. Foto Oficial do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Licença/condição: CC BY 2.0. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  48. Dilma Rousseff — Roberto Stuckert Filho/Presidência da República. Presidência da República Federativa do Brasil. Licença/condição: Attribution. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  49. Michel Temer — Beto Barata/PR. This image has been extracted from another file. Licença/condição: CC BY 2.0. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.
  50. Jair Bolsonaro — Isac Nóbrega/PR. Flickr do Palácio do Planalto. Licença/condição: CC BY 2.0. Registro e atribuição completos. Reprodução redimensionada para esta matéria.

Critério da galeria: reúne as 36 pessoas que exerceram a Presidência em sua sequência histórica, incluindo ocupantes de curta duração e as duas passagens de Ranieri Mazzilli em uma única ficha. Não lista cada substituição rotineira durante viagens ou ausências do titular. As juntas militares de 1930 e 1969 aparecem como governos coletivos; Júlio Prestes e Tancredo Neves, como eleitos que não tomaram posse. Maria I e João VI contextualizam a monarquia portuguesa; Leopoldina e Isabel estão identificadas como regentes. Pedro II foi imperador desde 1831 e assumiu pessoalmente o governo em 1840.

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